quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O que os bancos têm para te dar se lhes comprares um imóvel

Gtres
Comprar casas de bancos continua a ser uma alternativa a ter em conta para quem está à procura de um novo lar. As condições propostas pelas entidades financeiras já foram mais atrativas, mas continuam a ser, ainda assim, interessantes, sobretudo na hora de contrair um crédito à habitação.
Apresentamos-te agora as condições que, segundo o blog IMOnews Portugal, oferecem a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o BPI, o Santander Totta, o BBVA e o Montepio se optares por comprares um dos imóveis que têm em carteira.

As ofertas de cada banco

Na CGD, as condições oferecidas variam consoante o tipo de aquisição: habitação própria, arrendamento ou investimento. No primeiro caso estão isentas as comissões de avaliação e a comissão de estudo. Além disso, financia a 100% do menor dos dois valores: valor de aquisição, construção, obras ou valor de avaliação. É aplicada uma taxa anual fixa a sete anos de 1,900%, sem adição de spread nestes primeiros sete anos.
No caso do BPI é atribuído um spread “especial” – atualmente, o banco tem no seu preçário uma margem mínima de 1,75%. A avaliação do imóvel deixa de ser necessária, bem como o registo provisório de hipoteca e respetiva conversão em definitivo. E mais: estão isentas as comissões iniciais do financiamento.
Já o Santander Totta financia até 110% do preço de venda do imóvel, mas com um máximo de 95% do valor de avaliação. Trata-se de uma percentagem que supera os cerca de 80% que os bancos nacionais emprestam atualmente. O prazo máximo de financiamento é 50 anos, sendo que no final do contrato nenhum dos mutuários poderá ter mais de 75 anos. O spread oferecido é de 1,99% durante todo o período e não há encargos de avaliação.
O BBVA pratica um spread a partir de 1% e financia até 100% da avaliação do imóvel. Não são cobradas comissões iniciais de crédito e, no caso do mercado espanhol, os descontos chegam a atingir os 60%.
Por fim o Montepio, que financia um mínimo de 10.000 euros e até um máximo de 100% do valor da aquisição. O empréstimo tem a duração, no máximo, de 40 anos e no final do crédito nenhum dos mutuários poderá ter mais de 75 anos. Há soluções de taxa variável e também de taxa fixa, sendo que os prazos podem ir dos dois aos 15 anos.
Artigo visto em 
Saiba o que é que os bancos ainda oferecem a quem comprar os seus imóveis (IMOnews Portugal)

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