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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Senhorio e Inquilino: amor com amor se paga... (dicas para uma BOA relação)

Com o mercado do arrendamento em queda ao nível das transações, e naturalmente, em subida ao nível dos preços, voltam a nascer os conflitos de interesse que na minha opinião nunca tinham sido esquecidos entre as duas principais figuras desta atividade, o Senhorio, e o Inquilino.

Portugal em particular, e outros países na generalidade, sofrem com este conflito que é causado essencialmente pelas leis adotadas no passado, e pelas leis do presente, que nunca conseguiram atenuar esta relação. Para melhor exemplificar o que quero dizer com isto, tomei a liberdade de citar uma frase do Eduardo Carvalho da Silva, “o arrendamento é o único negócio do mundo em que o dono do negócio deseja a morte do seu cliente”. Esta frase marcante remonta à época das rendas congeladas e da injustiça que a maioria dos Senhorios sentia, pois viviam recebendo rendas excessivamente baixas que não lhes permitia qualquer tipo de remuneração adequada para o fim, e muito menos qualquer sinal de rentabilidade, muitos deles faliram. Outro problema que envenenou esta relação foi a confiança, confiança que o Senhorio deve ter em relação ao seu Inquilino, não só ao nível do cumprimento de pagamentos a tempo e horas, mas também em relação à sensibilidade da necessidade de preservação do seu bem por parte do Inquilino.

Por outro lado, também há Inquilinos que sofrem com a atual situação de degradação do imóvel por falta de manutenção, por despejo devido à necessidade de aumento de renda, ou ainda pela eventual necessidade de ocupação do imóvel por parte do seu Senhorio, enfim, como se verifica são várias as razões que levam esta relação a “azedar” e passar de amor a ódio rapidamente, mas o que há a fazer? Será que haverá formas de melhorar ou atenuar esta situação?

Começo por dizer que nem todas as situações são más, também há Senhorios e Inquilinos felizes e com vontade de prolongar a sua relação! O que penso é que de facto o que se pode ter em conta nesta relação é, como quase tudo na vida, que os problemas se podem evitar utilizando o princípio da prudência, ou seja, no caso do Senhorio, não cair na tentação de aceitar qualquer Inquilino, e no caso do Inquilino, ter a noção das suas reais possibilidades quando arrenda, garantindo que tem capacidade financeira para o fazer e garantindo que esclarece todas as objeções antes da assinatura do contrato.

Colocando a legislação atual de lado, até porque a análise que estou a fazer não é jurídica mas sim relacional, irei transcrever alguns conselhos:

Se for Senhorio:

  • Verifique bem o valor do seu imóvel, tente não especular, e aceite a sua promoção ou promova-o sempre pelo seu valor de mercado, neste caso, até poderíamos dizer que um bom arrendamento é um arrendamento pelo valor justo de mercado no momento da assinatura do contrato;
  • Qualifique os potenciais Inquilinos, não olhe apenas à sua capacidade financeira, mas centre-se também nas suas motivações, necessidades e objeções;
  • Obtenha informação sobre o risco da transação. Hoje em dia já há empresas que disponibilizam este serviço;
  • Mesmo após a decisão de avançar, promova uma reunião física com o seu potencial Inquilino antes de assinar o Contrato de Arrendamento, confie no seu instinto, normalmente, não falha;
  • Durante o Contrato de Arrendamento, esteja sempre disponível para ajudar o seu Inquilino nas suas solicitações, desta forma constrói uma relação de respeito mútuo e ainda fideliza o seu Inquilino;
  • Sempre que possível, recorra a um Agente Imobiliário competente e especialista nesta área, verá que será sempre uma ajuda preciosa.

Se for Inquilino

  • Comprometa-se apenas com aquilo que pode cumprir, evite ser levado pelo entusiamo;
  • Procure o imóvel que precisa, e não o que sonha ter, analise bem vários aspetos como o estado do imóvel, transportes, infraestruturas envolventes, enfim, conheça bem a zona e a casa, coloque todas as objeções antes da assinatura do Contrato de Arrendamento;
  • Colabore com o seu potencial Senhorio ou com quem o represente no momento da entrega de papéis e informação com vista à celebração do Contrato de Arrendamento;
  • Mantenha o imóvel em bom estado e sempre que houver alguma situação anómala, informe o seu Senhorio, desta forma constrói uma relação de respeito mútuo e ainda fideliza o seu Senhorio;
  • Pague SEMPRE a renda dentro do prazo. Não se esqueça que as rendas se pagam do dia 1 ao dia 8, é uma tolerância prevista na lei;
  • No dia que decidir sair, tenha em conta os prazos acordados de aviso e facilite eventuais visitas de futuros Inquilinos.

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Por Massimo Forte
Consultor Independente
 
fonte: Out of the Box

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Transacções de casas novas registam aumento de 7,5%

Após quatro anos consecutivos de quedas, a transacção de casas novas volta a subir 7,5% em 2015. Apesar disso, a habitação usada foi a que mais se vendeu no último ano, os quais continuaram a evidenciar uma aceleração no ritmo de vendas (6,5%, 9,8% e 33,6%, em 2013, 2014 e 2015, respectivamente). Globalmente, os alojamentos vendidos aumentaram 27,4% em 2015 (+5,6% no ano anterior).

De acordo com os últimos dados divulgados esta semana pelo INE - Instituto Nacional de Estatística, o valor dos alojamentos transaccionados em 2015 atingiu um montante próximo dos 12,5 mil milhões de euros, mais 2,9 mil milhões que em 2014.

Após a interrupção em 2014 da tendência de decréscimo verificada nos anos anteriores, o Índice de preços da habitação continuou a crescer mas a um ritmo menos intenso, tendo-se registado um aumento do nível dos preços de 3,1% em 2015, -1,2 p.p. que o observado no ano anterior.

Já o valor médio de avaliação bancária de habitação acentuou o seu ritmo de crescimento, fixando-se em +2,6%, mais 2,3 p.p. que a taxa atingida em 2014.
 
Fonte: Vida Imobiliária

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Deco Alerta: Cuidados a ter pelo condomínio quando é preciso fazer obras no prédio

O prédio onde vivo está a precisar de obras. Quem as paga e como funciona este processo? Este é o tema de hoje da Deco Alerta. Destinada a todos os consumidores em Portugal, esta rubrica semanal é assegurada pela Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news.
Envia a tua questão para a Deco, por email para gcabral@deco.pt ou por telefone para 00 351 21 371 02 20.
O prédio onde eu vivo está a precisar de obras. O nosso administrador de condomínio diz que vamos mesmo tratar desta empreitada. Que cuidados devemos ter?
A execução de obras num condomínio é um dos aspetos que pede mais atenção por parte da administração não só por causa do investimento, mas também pelas responsabilidades envolvidas. Portanto, tomem todas as precauções necessárias para não cair no conto do vigário.
Se já estabeleceram a execução de obras no prédio e têm o acordo dos condóminos, o planeamento deve ser a fase seguinte. Verificar quanto dinheiro está disponível nas poupanças do condomínio tem de ser o primeiro passo e o segundo será escolher o melhor orçamento, tendo por base três princípios: qualidade, confiança no profissional e preço.
A administração do condomínio deve começar por solicitar vários orçamentos, no mínimo três, de modo a ter diversas opções de escolha e deverão pedi-los a profissionais ou empresas idóneas, tecnicamente competentes e certificadas, visto que, por lei, as obras num condomíniosó podem ser efetuadas por profissionais com alvará e certificação. Para confirmarem se é esse o caso, basta acederem ao Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção.
Para além destas pesquisas e cuidados, devem ainda realizar um contrato e pedir a fatura referente à intervenção efetuada. Estes procedimentos serão extremamente úteis em caso de ser necessário comprovar a realização da obra ou acionar a garantia sobre a obra realizada.
Uma situação comum e de que, certamente, já terás ouvido falar é a contratação de subempreitadas por parte do empreiteiro. Estes casos estão previstos na lei e em situação de conflito a responsabilidade da obra é do empreiteiro, mas se o condomínio estiver documentado (faturas, contratos, etc.) melhor e mais rápida será a solução a teu favor. Outro caso prático é a garantia sobre as obras efetuadas e sobre o material utilizado. Se tiver tudo documentado será mais fácil recorrer à via judicial e obter uma resolução.
Informem-se: http://www.condominiodeco.pt

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Tornar a casa mais ecológica - Se está a pensar em fazer obras em breve, aproveite até ao dia 30 de Novembro para concorrer aos apoios do Fundo de Eficiência Energética (FEE).

Manter a temperatura de uma casa estável não é fácil, especialmente quando o isolamento térmico das paredes e da cobertura é antigo. Por isso, se está a pensar em fazer obras em breve, aproveite até ao dia 30 de Novembro para concorrer aos apoios do Fundo de Eficiência Energética (FEE).

Mas para isso, tem de ser proprietário de uma habitação individual ou de um apartamento num prédio construído antes de 1991. 

A comparticipação do FEE pode chegar aos 50%, com um limite máximo de 1.500 euros para as coberturas e de  três mil euros para as paredes exteriores. Ao todo, foi disponibilizado um milhão de euros para esta medida.

Para concorrer, é preciso cumprir algumas exigências: a habitação tem de ter sido construída antes de 1991 e ter um certificado energético que recomende como medida de melhoria de eficiência energética, a colocação ou reforço do isolamento térmico.
Fonte: Jornal I

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

3 IDEIAS PARA CONSEGUIR UM JARDIM MAIS BIOLÓGICO NO OUTONO

1. Folhas mortas como cobertura

Uma tarefa que as suas plantas certamente agradecerão é a recolha das folhas caídas nas superfícies de cultivo. Muitas podem ser utilizadas para fabricar composto mas também pode cobrir as hortaliças que continuam o desenvolvimento até ao inverno. Algumas também servem para cobrir a base das flores friorentas. Se tem resíduos de relvado, uma vez que estão completamente secos, espalhe-os pelo solo que ficou a descoberto após a colheita ou a retirada de exemplares murchos. Os resíduos de relva administram nutrientes ao solo.

2. Garrafas cortadas contra o frio

Sabia que os recipientes de plástico têm muitas utilizações no jardim biológico? É verdade! Permitem apanhar insetos voadores, por exemplo. Se cortar uma garrafa ou um bidão de água, por exemplo, consegue dois elementos muito úteis. A parte superior converte-se numa câmpanula para proteger as plantas recém-plantadas e a inferior pode ser usada para colocar estacas ou sementes.

3. Daninhas na pilha do composto

Como qualquer outra planta, as daninhas absorvem nutrientes da terra que, uma vez mortas, devolvem ao se decompor. Por isso, não as desperdice. São excelentes para elaborar composto mas evite as anuais que estejam doentes ou que tenham sementes, assim como as raízes das vivazes. Depois de as arrancar, estenda-as ao sol até ficarem secas e só então as deve deitar na pilha de composto. Se preferir, pode também queimar e deitar a cinza na pilha. No primeiro caso, proporcionam azoto e no segundo, potássio.

fonte: sapo LyfeStyle

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

FAÇA UMA HORTA COM OS SEUS FILHOS

Mesmo tendo um jardim, a sugestão é começar por trabalhar em vaso, plantar uma horta num espaço que permita à criança uma identificação com o seu projeto e que facilite a sua manutenção. Uma horta, mesmo pequena, pode incluir mais do que vegetais anuais. Podem plantar-se flores e plantas aromáticas, como sucede com a que pode ver nesta galeria de imagens.
Crianças entre os 8 e 12 anos poderão facilmente fazer esta experiência com autonomia e sucesso. Quanto mais novas forem, mais as crianças necessitam do envolvimento familiar em todas as fases desta tarefa. O material necessário para o efeito não é muito. Precisa apenas de vasos ou floreiras, leca, composto e plantas. Estes são os passos que deve conseguir para atingir o seu objetivo:
1. Comece por escolher um local com boa exposição solar (com um mínimo de cinco a seis horas de sol direto por dia) e protegido do vento.
2. Ao plantarmos em floreira, devemos garantir que o seu tamanho permita o bom desenvolvimento das raízes das plantas escolhidas, principalmente cenouras, beterrabas, cebolas, batatas e outras plantas em que a parte comestível se desenvolve debaixo da terra. Tenha esse fator em conta.
3. Não se esqueça que a floreira deve ser furada (quatro a cinco furos são suficientes) para permitir a saída de água em excesso.
4. Coloque no fundo da floreira uma camada de leca ou pedrinhas (cerca de cinco centímetros), de forma a facilitar a saída de água em excesso e impedir que o solo fique empapado.
5. Encha, de seguida, a floreira com um composto orgânico e rico em nutrientes.
6. Depois de escolher as espécies a plantar, há que planear a quantidade e a disposição das plantas na floreira. Para isso, temos que saber o tamanho que estas atingem depois de crescer e o espaço de que precisam para se desenvolver. As espécies hortícolas têm um ciclo de vida relativamente curto e um crescimento rápido pelo que necessitam ter nutrientes disponíveis para se alimentarem.
Veja na página seguinte: As variedades que pode plantar
As variedades que pode plantar:
- Hortícolas
Tomate, pimento, alfacecurgete, pepino, beringela, morango, meloa, melão, feijão verde, beterraba, espinafre, cebolo e cebolinho.
- Flores
Camomila, crisântemo, fúchsia, gerânio, hibisco, impatiens, tagetes, sálvia e viola.
- Plantas aromáticas
Tomilho, alecrim, manjericão, menta, orégãos, salsa e coentros.
3 dicas para plantar com êxito
1. Abra a cova de plantação, um bocadinho maior do que o tamanho do vaso da planta.
2. Retire a planta do vaso sem puxar. Deve-se inverter a posição do vaso, apoiando a planta numa mão enquanto com a outra retiramos o vaso.
3. Solte as raízes e coloque a planta na cova, aconchegando bem a terra em volta, pressionando-a com a mão.
Conselhos de manutenção:
- Retirar as ervas daninhas para que não se alimentem dos nutrientes necessários para o crescimento das plantas deve ser uma preocupação constante.
- Aplicar fertilizantes orgânicos uma vez por mês é outro dos gestos a empreender. Não utilize tratamentos químicos na horta.
- Regue sempre que necessário para manter o composto húmido.
- Nos espinafres, retire os botões de flor que forem surgindo e arranque algumas folhas exteriores para estimular o crescimento de novas folhas.
Veja na página seguinte: A colheita e a rega
Colheita:
- No caso dos espinafres, vá colhendo as folhas à medida que tenham um bom tamanho.
- A beterraba está pronta a colher quando tiver o tamanho de uma bola de golfe
- O cebolo está apto quando as folhas começam a secar. Nessa altura, já o podemos colher.
- No caso do tomilho, vá cortando à medida que é preciso para cozinhar.
Duas recomendações para uma rega eficaz
1. Regar é muito importante. O composto deve ser mantido sempre húmido, sem estar encharcado.
2. Regue a pequena horta logo depois de acabar as plantações e não se esqueça que tem que sair água pelo fundo da floreira, para ter a certeza de que todo o composto está molhado.
As (muitas) utilizações possíveis
As flores e as plantas aromáticas podem ser utilizadas em saladas, em pratos cozinhados e como decoração. A criança deve escolher espécies que goste de ver, cheirar, tocar e/ou comer. Assim será mais entusiasta em acompanhar o seu projeto. As plantas podem ser compradas nos mercados, centros de jardinagem ou em viveiros da especialidade.
Depois de dividir o espaço disponível, deixando uma zona para cada planta crescer e se desenvolver, a Teresinha, que criou uma horta em casa com a ajuda dos pais, escolheu cinco espécies diferentes.  A opção recaiu sobre tomilho limão (aromática), tagetes (flor), beterrabas (raiz), espinafres (folhas) e cebolas (bolbo).
Texto: Marta Vassalo Monteiro (engenheira agrícola)
fonte: Sapo LyfeStyle

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Concessão de crédito à habitação sobe 50% em 2015

A maior abertura da banca para dar financiamento está a reflectir-se num crescimento cada vez mais acentuado dos níveis de concessão de crédito para a compra de casa. 

Segundo a última actualização da base de estatísticas do Banco de Portugal, a banca nacional emprestou, em Maio, um total de 296 milhões de euros em crédito à habitação. Trata-se do montante mensal de concessão mais elevado desde o Verão de 2011.

Este valor alarga para 1.288 milhões de euros o total de crédito à habitação concedido pela banca portuguesa entre o início de Janeiro e o final de Maio, o que representa um acréscimo de 51,5% face aos 850 milhões de euros que se verificaram no mesmo período de 2014. Seria ainda necessário recuar até aos primeiros cinco meses de 2011 para assistir a níveis de concessão mais elevados para esta finalidade.

O crescimento do crédito à habitação que se verifica este ano está a ser alimentado por diversas vias. Por um lado, os sinais que apontam para alguma retoma económica do país sustentam uma maior disponibilidade dos portugueses para avançar com a decisão de compra de casa. Contudo, os níveis historicamente reduzidos dos indexantes e a tendência descendente dos ‘spreads' do crédito à habitação são o principal suporte dessa tendência. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal, em Maio, a queda dos indexantes e dos ‘spreads' levou a taxa de juro dos novos empréstimos para a compra de casa a fixar-se, em média, nos 2,41%. 

Trata-se do patamar de juros mais baixo desde Julho de 2010.
Fonte: Economico

quinta-feira, 14 de maio de 2015

VENTILE OS LOCAIS FECHADOS

Na mudança de estações, é preciso abrir portas e janelas para combater a condensação e evitar a acumulação de humidade nas plantas. Saiba qual é a melhor altura para o fazer.
As fases de transiçã0 entre estações exigem cuidados redobrados. Renovar o ar da estufa, das caixas e das coberturas e dos plásticos protetores que colocou sobre os exemplares delicados é fundamental para prevenir doenças derivadas da condensação da água no interior, sobretudo as que estão relacionadas com fungos e vírus. Aproveite os dias de sol e sem vento para abrir as portas e retirar as proteções durante boa parte do dia, exceto se fizer demasiado frio. Se for o caso, uma ou duas horas será suficiente.
Opte, contudo, por fazê-lo no período entre as 11h30 e as 15h30, uma vez que tende a ser durante essa altura que as temperaturas atingem valores mais altos, sobretudo nos meses de verão e nos mais quentes da primavera e do outono, por forma a não prejudicar as suas plantas. Se, entretanto, começar a chover, volte a transportá-las para um local abrigado, de modo a que não fiquem encharcadas ou apanhem água em excesso. Se apanharem chuva, a acumulação de líquidos na base poderá revelar-se prejudicial e até nociva para o desenvolvimento da espécie.
in: Sapo Lyfestyle

sexta-feira, 17 de abril de 2015

COMO CONTER O CRESCIMENTO DAS PLANTAS

As suas flores estão a ficar muito grandes e a ocupar demasiado espaço? Veja o que pode fazer para solucionar um problema que muitas espécies botânicas geram
Quando são bem tratadas, as plantas desenvolvem-se e, no caso de algumas espécies, atingem tamanhos consideráveis, muitas vezes superiores a 1,5 metros de altura. Os vasos com grandes exemplares requerem renovação anual de substrato mas, se as plantas crescerem muito ou mais do que o previsto ou esperado, é necessário serem colocadas em vasos ainda maiores. Essa solução não lhe convém? Não se preocupe porque o problema, muitas vezes motivado pela falta de espaço, tem solução. Nesse caso, faça o seguinte:
- Retire a planta
Humedeça o substrato e introduza um pau pelo furo de drenagem para ajudar a tirar o raizame do vaso. Segure a planta pelos ramos e pelo vaso e retire-a de uma só vez.
- Reduza o raizame
Com a navalha bem afiada, reduza a bola de raízes ao máximo de cinco centímetros, calculados desde a margem exterior até ao interior. Entretanto, lave o recipiente e desinfecte com vinagre.
- Enriqueça o substrato
Dote o vaso de drenagem e junte novo substrato enriquecido com adubo de acção lenta. Deixe um espaço vazio entre o substrato e a margem para rega.
in: Sapo Lyfe Style

sexta-feira, 10 de abril de 2015

TAREFAS DOMÉSTICAS (MAIS) FACILITADAS


Desperte a fada do lar que existe em si! Os melhores conselhos para não perder tempo valioso com tarefas domésticas, nem gastar mundos e fundos em utensílios, estão reunidos num só livro, editado em 2014 por A Esfera dos Livros. Em «Cuidar da Casa», Filipa Brandão Mira oferece conselhos práticos e económicos para fazer brilhar o seu lar. Neste guia indispensável, a autora dá-lhe conselhos sobre os métodos mais rápidos e profundos de limpeza de pavimentos, móveis e tarecos, divisão a divisão.
Filipa Brandão Mira também inclui no livro sugestões de decoração, formas de dar cor e cheiro à sua casa, e de reciclagem de móveis ou objetos antigos que podem ganhar uma nova vida. Arregace as mangas, e siga os planos de limpeza que vão deixar a sua casa de banho a brilhar, os armários sempre cheirosos e arrumados e a roupa cuidada e sem nódoas. Para isso, a autora de «Cuidar da Casa» aconselha a ter sempre em casa limão, bicarbonato de sódio, sal grosso e vinagre, com os quais pode fazer os seus próprios detergentes, uma solução saudável e ecológica.
Alfacinha de gema, Filipa Brandão Mira sempre gostou de aproveitar materiais, e de ouvir os truques antigos e caseiros passados pelas suas avós e tias. Sempre esteve ligada ao mundo da decoração, do restauro e de limpezas caseiras com produtos antigos e tradicionais. Acredita que a vida sem cores não é a mesma coisa, e nos seus trabalhos aplica as mais atuais técnicas em reciclagem de matérias, recuperando peças, pinturas e colagens, otimizando os recursos.
Estes são alguns dos conselhos da especialista:
- Prepare uma solução com vinagre branco quente, um punhado de sal grosso, e com um pano esfregue bem sobre as manchas da banheira.
- Coloque pauzinhos de giz dentro de sacos de organza, em vez dos sabonetes nos armários.
- Encere os móveis de madeira com cera caseira.
- Use limão com vinagre impregnado em papel absorvente e aplique diretamente no calcário das suas torneiras. Deixe atuar entre três a quatro horas.
- Passe pelos livros um pano com vinagre branco, misturado com umas gotas de essência de alfazema, lavanda e alecrim. Este gesto previne humidades, bolor, e afugenta as traças.
- Use uma mistura de óleo de linhaça e vinagre de vinho para dar brilho ao seu chão de madeira envernizada.
fonte: Sapo LifeStyle

quarta-feira, 1 de abril de 2015

8 formas de dar as boas vindas à primavera em casa

Com a chegada da primavera, este parece ser o momento ideal para fazer algumas alterações ao interior das casa, de forma a prepará-la da melhor maneira possível para esta bonita estação do ano. Alterar as cores das paredes, para que sejam mais luminosas, colocar mais plantas ou pintar alguns móveis de branco são algumas das formas que existem para dar as boas vindas à primavera.
1 – Mudança rápida de imagem: Deixa para trás as cores mais quentes e pinta as paredes com tons mais luminosos, como o azul claro, o verde primavera ou o “simples” branco.Também podes usar cortinados mais leves.
2 – Deixa o ar fresco entrar: Abre as janelas na parte da manhã para que o ambiente se renove.
3 – Coloca plantas em toda a casa: A cor verde alegra a vista. Podes por algumas plantas aromáticas na cozinha e outras na sala e na casa de banho.
4 – Janelas reluzentes: Aproveita para limpar as janelas, de forma a que entre mais luz em casa.
5 – Pinta alguma coisa de branco: o branco dá muita luminosidade à casa. Podes pintar uma mesa, cadeira ou um outro móvel de branco. O objetivo é dar um toque básico para receber a primavera.
6 – Guarda os tapetes para o próximo inverno: Se tens tapetes em casa, guarda-os, já que dão uma sensação de calor típico das épocas mais frias. Quanto mais leve a casa ficar melhor. 
7 – Vaso com flores de primavera: Há flores que são muito elegantes e podem manter-se vivas e bonitas durante um mês, pelo que são ideais para usar como elemento decorativo.
 8 – Aproveitar para tomar o pequeno almoço ao ar livre: Se tens uma varanda ou um espaço ao ar livre, aproveita-o para tomar o pequeno almoço em vez de usares, como sempre, a cozinha. Se o sol está a brilhar, porque não aproveitá-lo?
note:idealista News


domingo, 29 de março de 2015

FLOREIRAS NAS VARANDAS

Portugal é um país de varandas floridas e, mesmo nas grandes cidades, não é raro encontrar balcões verdejantes e coloridos. Muitos jardineiros amadores não sabem, no entanto, quais as espécies botânicas que melhor se adequam a estes espaços, por vezes reduzidos. Isaura Gomes é um desses casos. «Pretendo colocar no jardim um conjunto de jardineiras que recebam sol até ao meio-dia. Gosto de espécies de flor que aguentem este clima. O que aconselham?», pergunta.
A resposta é simples. Existe uma série de arbustos e plantas herbáceas que são excelentes para plantar em floreiras. Entre os arbustos, azáleas e rododendros (Rhododendro simsii e yunnanense), esquimias (Skimia japonica), pieris (Pieris formosa), mahonias (Mahonia aquifolium), camélias (Camellia sasanqua) e fetos arbóreos (Erica arborescens).
Entre as herbáceas, petúnias (Petunia hybrida), ericas (Erica carnea e Calluna vulgaris), primulas (Primula sps.), amores-perfeitos (Viola tricolor) e ciclamens (Cyclamen persicum) são algumas das mais recomendadas pelos especialistas da área.
fonte: Sapo LyfeStyle

domingo, 22 de março de 2015

APRENDA A FAZER UM TERRAÇO AJARDINADO

Se tem um espaço desocupado, aproveite para criar uma zona de fruição aprazível, sem gastar rios de dinheiro. Veja o que pode fazer, adaptando as nossas sugestões à sua carteira.

Tem um terraço desaproveitado e gostava que se parecesse com um jardim? Experimente associar bolbos e vivazes, plantar flores tardias ou colocar plantas coníferas anãs combinadas com espécies de flor e plantas suspensas. As trepadeiras são uma boa aposta para implementar.A decoração vertical num terraço é muito importante. Utilize plantas trepadeiras e pendentes para este tipo de decoração. Pode colocar as plantas sobre gelosias ou painéis de madeira, ferro ou plástico situados junto a paredes. Deixe entre três a quatro centímetros de distância entre a parede e a estrutura para que o ar circule e ate os ramos com corda de jardim à medida que se vão desenvolvendo.
Heras, clematites, jasmins, parras, entre outras, cobrem as estruturas em dois ou três anos e entretanto pode plantar em vasos e cestos de parede plantas de ramos pendentes. No que se refere a bolbosas e rasteiras, nos meses de inverno está na altura de plantar bolbos de floração primaveril, nomeadamente tulipas, narcisos, crocus e jacintos, entre outros. Compre os bolbos saudáveis e enterre-os nas jardineiras, mantendo entre cinco a 10 centímetros de distância. Agrupe por cores para ganhar impacto.
O único inconveniente é que demora alguns meses até revelarem o seu esplendor. Para que os vasos não fiquem desnudados até lá, faça uma plantação de fundo à base de vivazes rasteiras. Plante, por exemplo, hipericão ou outras plantas que oferecem boas combinações graças às matizes das folhas durante todo o inverno. Não esqueça de regar de vez em quando os bolbos mas sem encharcar o substrato. 
Flores tardias
As flores devem constituir a base do seu terraço, a referência principal do toque decorativo. Ainda está a tempo de conseguir um bonito efeito com espécies de floração tardia como áster, crisântemos ou dálias, entre outras. Recorde-se de eliminar as flores murchas e juntar fertilizante à água da rega para prologar a floração. E vá pensando em semear as flores que as substituirão, as bienais, como é o caso de amores-perfeitos ou margaridas, entre outras.
Coníferas anãs
Poucas plantas evocam tanto um jardim como as coníferas anãs. Embora o seu escasso tamanho, oferecem o porte e a longevidade dos bosques atlânticos. Os juníperos, os ciprestes-de-lawson ou os ciprestes-de-lyland podem proporcionar uma base decorativa perene, original e de grande qualidade no seu terraço durante o outono e o inverno. Se gosta de combinações, junte com flores e espécies pendentes.
Folhas e mais folhas
As rainhas do outono são as folhas que perderam a clorofila, deixando lugar a um monte de células cromáticas. Se pretende dar cor ao seu terraço, plante espécies de colorações foliares outonais apelativas, por exemplo ligustros, parra virgem, viburnos ou arce japonês. Agora, todas oferecem quentes laranjas, ocres e avermelhados.
Aproveite as bagas
A partir do fim do verão, muitos arbustos cobrem-se de pequenos frutos, denominados bagas, de grande valia não só para os pássaros mas também para o seu terraço porque o enchem de cor durante o outono e o inverno. Embora estes arbustos possam ser resistentes, requerem alguns cuidados para se manterem saudáveis, sobretudo a poda dos terminais verdes, no verão, para deixar os frutos descobertos.
fonte: sapo LyfeStyle